No primeiro jogo do ano, a Briosa recebeu o Estoril no Estádio Cidade Coimbra a contar para a terceira fase da Taça da Liga (ou Callsberg Cup, como lhe quiserem chamar).
Depois de todo a polémica gerada em redor da passagem a esta fase (se passaria a Académica-OAF ou o Portimonense) a Liga de Clubes decidiu dar a passagem à equipa de Coimbra o que motivou que André Villas Boas, treinador dos estudantes, proferisse declarações um pouco polémicas na conferência de imprensa que antecedeu a partida.
Perante um plateia com pouco mais de 800 espectadores ( 829 números oficiais dos quais peço permissão para duvidar) o jogo começou com a Briosa no comando das operações empurrando de imediato a equipa visitante para junto da sua área.
Cedo se percebeu que o golo dos estudantes estava para breve e Éder voltou a fazer um golo de belo efeito.
João Ribeiro trabalhou bem perante os defesas e cruzou para o interior da área onde apareceu Éder, o Adebeyor do Mondego, de costas para a baliza, que com uma cabeçada cheia de intensidade fez o primeiro golo da Académica.
O Estoril não conseguiu reagir à desvantagem no marcador e a Briosa aproveitou para aumentar o marcador.
Pedro Costa, que foi titular nesta partida, cruzou para o segundo poste onde apareceu Lito completamente livre de marcação e que não perdoou fazendo assim o segundo golo da equipa de Coimbra.
Perto do intervalo Antchouet teve uma grande oportunidade para reduzir o marcador, mas frente a Rui Nereu rematou mal e a bola acabou por sair pela linha de fundo.
Depois do intervalo a história foi outra. A Académica apareceu adormecida e foi o Estoril que mais dominou, mas diga-se que sempre sem causar grande perigo.
O Estoril chegou ao primeiro golo através de uma grande penalidade bem assinalada. Antchouet não tremeu na hora de marcar o castigo máximo.
Até ao final o jogo foi sempre comandado pela equipa visitante que tentou de tudo para chegar ao empate, mas a vitória acabou por sorrir aos estudantes.
Pedro Passos Coelho
Há 1 dia